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A paz do Senhor Jesus Cristo. Hoje é

sábado, 16 de outubro de 2010

Nossa reputação diante dos homens e nosso caráter diante de Deus

" E acharás graça e bom entendimento aos olhos de Deus e dos homens." (Provérbios 3 v.4)

O homem é um ser social, vive em sociedade, e por isso se importa muito com o que os outros ao seu redor pensam dele, isso é opinião pública. E muitos por isso prezam por sua reputação diante da opinião pública, da imagem que o mundo ao seu redor tem dele(a). Mas como está sua reputação diante de Deus? Então o nade de Heresias lhe apresenta o carater, aquilo que lhe distingue dos outros, o que te marca, sua dignidade, sua índole, seu gênio.
Diariamente vemos milhões de pessoas adentrarem os templos do Senhor, desde os maiores e mais pomposos templos até os menores e mais pobres templos; todos tem uma reputação a zelar, são conhecidos como "servos de Deus", homens e mulheres aparentemente compromissados com Deus e que por isso estão se dirigindo aos templos para ali sentarem e adorarem aos Senhor em espírito e em verdade (João 4 v.24), mas que na verdade estão apenas preocupados com sua reputação, ou seja, como a opinião pública o enxerga, porém pouco preocupados com o que Deus pensa sobre o seu carater. Hoje infelizmente muito se tem usado a igreja como refúgio, não o refúgio eterno, quem dera, mas como esconderijo de pessoas que não tem um carater cristão, que não nasceram de novo, que não estão ali por agradecimento pelo sacrifício de Jesus na cruz do Calvário, mas sim para que a sua reputação fique intacta, que a opinião pública (que não enxerga o interior) veja a aparência. São como os fariseus, verdadeiros sepulcros caiados (Mateus 23 v.27) enquanto caminham a passos largos para o lago de fogo e enxofre. Veja que o texto base diz que acharemos graça primeiro aos olhos de Deus e depois dos homens, não ao contrário; quanto Paulo escreveu aos Gálatas dizendo que não agradaria a homens (Gálatas 1 v.10) alertou ao povo naquela ocasião sobre o que os homens os estavam direcionando a fazer: garantir uma boa reputação diante dos homens e depois se resolvia com Deus. Se pudessêmos contemplar o quanto entristecemos ao Senhor com essa preocupação com a reputação nunca mais deixaríamos para orar só na igreja, ler a Bíblia só na igreja, jejuar só em prol de nossas humildes causas. Que o nosso carater cristão, nossa índole diante de Deus, seja continuamente renovada e fortalecida e que nossa reputação não venha por tempo de igreja, por simples palavras, por frequências forçadas aos cultos, mas sim pelo agir de Deus em nossas vidas e de nossas famílias.
Pb. Marcelo Miranda Cavalcanti
16/10/2010